Blog A Rocha

Sandra McCracken é a diretora artística do grupo de A Rocha em Nashville desde 2013. Ela tem liderado inúmeros retiros e workshops de composição musical, atraindo colegas artistas e compositores para refletir sobre o que significa conhecer, amar e cuidar da criação de Deus – pessoas e lugares – ao nosso redor. Sandra é uma prolífica cantora e compositora de canções e de hinos modernos; sua música tem sido cantada e apresentada por All Sons And Daughters, o seriado Anatomia de Grey, Audrey Assad, Indelible Grace, BiFrost Arts, Caedmon’s Call e outros. Ela também tem sido escritora convidada em The Gospel Coalition, Christianity Today, She Reads Truth, Art House America Blog, Relevant Magazine e outras publicações. A partir de sua casa, em Nashville, junto com seus dois filhos pequenos, Sandra contribui integra o coletivo Rain For Roots, produzindo belas canções gospel folk para os filhinhos de Deus de todas as idades.

5 dezembro 2019 | Chris Walley | 0 comentários

Uma má semana e boas memórias

Ia ser uma boa semana. Mas acabou não sendo. Estávamos começando a desfrutar de nossa nova casa, e tínhamos nosso filho mais novo e sua família nos visitando. E aí, na terça-feira ao meio-dia, com o cálido sol da Provença raiando sobre nós, recebemos a notícia chocante: um horrível acidente de carro na África do Sul havia ceifado as vidas dos nossos velhos amigos de A Rocha, Chris e Susanna Naylor, e com eles também a vida da Miranda Harris, deixando seu marido Peter recuperando no hospital.

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21 dezembro 2017 | Robert Sluka | 1 comentários

À espera do furacão Irma

Nossa família tem vivido no exterior nos últimos 21 anos e mudou-se para a Flórida uma semana antes de a região ser atingida pelo furacão Irma. De certa forma, má hora. No entanto, foi bom viver essa experiência em família.

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Tópicos: EUA tempestades
8 agosto 2016 | Leah Kostamo | 0 comentários

O longo e benéfico caminho da comunidade

«Então, como está a comuna?» pergunta o homem. «Está ótima,» respondo. «Mas não é comuna. É uma comunidade.» Ele ri. «Você não me engana. Muita gente. Hortas orgânicas. Espaços de moradia em comum. Sauna. É uma comuna.» Não somos! Quero protestar. E então penso: Por que me sinto tão defensiva? Por que NÃO quero ser identificada com uma comuna?

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